sábado, 30 de maio de 2009

Sombra e água fresca para o ex-PRESIDENTE do Brasil


Parece que o PRESIDENTE já esta organizando toda a vida “difícil” que terá após largar seu cargo. É muita folga aprovar uma lei dessas...



Quem achar que essa pouca vergonha é bobeira pode conferir no site: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6381.htm



DECRETO Nº 6.381, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2008.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei no 7.474, de 8 de maio de 1986,


DECRETA:


Art. 1o Findo o mandato do Presidente da República, quem o houver exercido, em caráter permanente, terá direito:


I - aos serviços de quatro servidores para atividades de segurança e apoio pessoal;
II - a dois veículos oficiais, com os respectivos motoristas; e
III - ao assessoramento de dois servidores ocupantes de cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, nível 5.


Art. 2o Os servidores e motoristas a que se refere o art. 1o serão de livre escolha do ex-Presidente da República e nomeados para cargo em comissão destinado ao apoio a ex-Presidentes da República, integrante do quadro dos cargos em comissão e das funções gratificadas da Casa Civil da Presidência da República.


Art. 3o Para atendimento do disposto no art. 1o, a Secretaria de Administração da Casa Civil da Presidência da República poderá dispor, para cada ex-Presidente, de até oito cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, sendo dois DAS 102.5, dois DAS 102.4, dois DAS 102.2 e dois DAS 102.1.


Art. 4o Os servidores em atividade de segurança e os motoristas de que trata o art. 1o receberão treinamento para se capacitar, respectivamente, para o exercício da função de segurança pessoal e de condutor de veículo de segurança, pelo Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.


Art. 5o Os servidores em atividade de segurança e os motoristas aprovados no treinamento de capacitação na forma do art. 4o, enquanto estiverem em exercício nos respectivos cargos em comissão da Casa Civil, ficarão vinculados tecnicamente ao Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional, sendo considerados, para os fins do art. 6o, inciso V, segunda parte, da Lei no 10.826, de 22 de dezembro de 2003, agentes daquele Departamento.


Art. 6o Aos servidores de que trata o art. 5o poderá ser disponibilizado, por solicitação do ex-Presidente ou seu representante, porte de arma institucional do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional, desde que cumpridos os seguintes requisitos, além daqueles previstos na Lei no 10.826, de 2003, em seu regulamento e em portaria do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional:


I - avaliação que ateste a capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, a ser realizada pelo Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional;
II - observância dos procedimentos relativos às condições para a utilização da arma institucional, estabelecidos em ato normativo interno do Gabinete de Segurança Institucional; e
III - que se tratem de pessoas originárias das situações previstas no art. 6o, incisos I, II e V, da Lei no 10.826, de 2003.


Parágrafo único. O porte de arma institucional de que trata o caput terá prazo de validade determinado e, para sua renovação, deverá ser realizada novamente a avaliação de que trata o inciso I do caput, nos termos de portaria do Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional.


Art. 7o Durante os períodos de treinamento e avaliação de que tratam os arts. 4o e 6o, o servidor em atividade de segurança e motorista de ex-Presidente poderá ser substituído temporariamente, mediante solicitação do ex-Presidente ou seu representante, por agente de segurança do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional.


Art. 8o O planejamento, a coordenação, o controle e o zelo pela segurança patrimonial e pessoal de ex-Presidente caberá aos servidores de que trata o art. 1o, conforme estrutura e organização própria estabelecida.


Art. 9o A execução dos atos administrativos internos relacionados com a gestão dos servidores de que trata o art. 1o e a disponibilidade de dois veículos para o ex-Presidente serão praticadas pela Casa Civil, que arcará com as despesas decorrentes.


Art. 10. Os candidatos à Presidência da República terão direito a segurança pessoal, exercida por agentes da Polícia Federal, a partir da homologação da respectiva candidatura em convenção partidária.


Art. 11. O Ministro de Estado da Justiça, no que diz respeito ao art.. 10, o Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, no que concerne aos arts. 4o, 5o, 6o e 7o, e o Secretário de Administração da Casa Civil, quanto ao disposto nos arts. 2o e 9o, baixarão as instruções e os atos necessários à execução do disposto neste Decreto..


Art. 12. Este Decreto entra em vigor na data da sua publicação.


Art. 13. Revoga-se o Decreto no 1..347, de 28 de dezembro de 1994.


Brasília, 27 de fevereiro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Sem Formação Adequada


Essa semana foi divulgado que no Brasil, 119 mil professores de escolas públicas e particulares não têm a formação mínima necessária para exercer a docência na educação básica. Os chamados “professores leigos” cursaram só o ensino fundamental (15,9 mil) ou o ensino médio regular (103,3 mil).

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) o professor deve cursar o nível superior, em cursos de licenciatura, para atuar em quase todo ensino fundamental e médio. Só é aceito o curso Normal para os que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental ou na educação infantil.

O Censo Escolar de 2007 informou sobre o nível escolar dos docentes brasileiros entre outras informações. Para tentar resolver esses problemas de formação dos professores que trabalham na rede pública de ensino, o governo lançou no dia desse mês 28 um pacote de medidas voltadas ao magistério.

Os professores leigos representam 6,3% do total de docentes pesquisados pelo censo e atendem 600 mil alunos. Entre os que possuem só o ensino fundamental, a maioria leciona em turmas dos anos iniciais do ensino fundamental e na pré-escola. Já os professores que possuem formação em nível médio, mas sem habilitação para o magistério, concentram-se em boa parte no ensino fundamental.

Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar Lacerda, para os "professores leigos" que atuam na educação infantil o ministério já oferece o Pró-Infantil, curso de formação que em 2009 atenderá 12 mil docentes. Dos 15 mil professores com escolaridade em nível fundamental, 8 mil concentram-se na Região Nordeste.

Na avaliação da secretária, a presença de "professores leigos" em sala de aula é grave, mesmo em etapas iniciais como a educação infantil.

“A creche e a pré-escola são espaços importantes para as crianças terem acessos a normas da socialização, da vida em grupo. Se elas são cuidadas por pessoas sem uma formação específica para lidar com a primeira infância, eles terão cuidado, mas não terão a educação”, avalia.

Dicas para os futuros profissionais


"O que você quer ser quando crescer?" Certamente, quando criança você respondeu essa pergunta. Mas em questão de planejamento de carreira, o quanto antes você pensar, planejar e traçar metas, as possibilidades de sucesso serão maiores.
"Uma carreira não é feita de cargos que você ocupou na empresa, mas sim de habilidades e conhecimento, ou seja, o que eu fui capaz de resolver, que resultados eu apresentei, durante o tempo em que eu fui diretor de uma companhia?", ressalta a consultora da DBM, Irene Azevedo.

Faculdade

Ela afirma que a pessoa precisa planejar a sua carreira na época do vestibular. "Atualmente, as organizações são pressionadas por resultados. Assim, se você não fizer o que gosta, você não irá aguentar a pressão. Portanto, não interessa se aquele segmento é o que vai crescer, o importante é fazer o que gosta."
Depois de decidir o curso de graduação e ingressar em uma faculdade, Irene destaca que é hora de pensar em estágios.

Recém-formado

Após um ano de conclusão do ensino superior, a consultora alerta que é fundamental ter o conhecimento de línguas estrangeiras.
"Não adianta ter uma pós-graduação e não ter o inglês e o espanhol fluentes. Hoje, muitas empresas podem até não usar o inglês, mas cobram esse requisito nos seus processos de seleção, logo você pode perder uma boa oportunidade de emprego por não ter esse conhecimento".

Formado há cinco anos

Com cinco anos de formado, Irene afirma que é importante ter no currículo uma pós-graduação ou um mestrado.
"Se você pretende um dia atuar na área acadêmica, esse é o momento de pensar em desenvolver conhecimento teórico, investindo em um mestrado. Mas, se o mundo acadêmico não faz parte dos seus planos, invista em uma pós-graduação lato-sensu"

Com diploma há sete anos

Agora, se você já concluiu o ensino superior há sete anos e têm os conhecimentos teóricos acima, na opinião de Irene, chegou a vez de fazer um MBA ou um doutorado. "Se você quer atuar no ramo acadêmico, o doutorado é importante. Caso contrário, procure fazer um MBA".

Crises Financeiras e suas SOLUÇÕES


1929 - A Grande Depressão: A crise econômica mundial da década de 1930 foi precipitada pela queda dos preços no mercado agrícola nos EUA iniciada em 1928 e derrubou o mercado financeiro em outubro de 1929 quando, após três meses de quedas consecutivas da produção e dos preços, foram vendidas 16 milhões de ações, em um clima de pânico.
Depois da quebra em 1929 foi modificada a legislação básica da Bolsa. Uma das leis fundamentais adotadas foi a "Securities Exchange Act" (1934), que acabou por criar a SEC (Securities and Exchange Commission, o órgão regulador do mercado financeiro americano).
Entre os objetivos da SEC estão facilitar informações ao público sobre os papéis e as empresas a serem contratados e garantir que abusos não serão cometidos no pregão.

1944 - Banco Mundial e FMI: Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a comunidade internacional realizou uma conferência econômica e financeira com apoio da ONU (Organização das Nações Unidas).
Do encontro saiu o acordo de Bretton Woods, que organiza regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo.
Também ficou definida a criação do Banco Mundial e do FMI (Fundo Monetário Internacional), assim como o uso do dólar como moeda de referência internacional.

1971 - Fim do padrão-ouro. Os gastos excessivos dos EUA no exterior e a Guerra do Vietnã fizeram com que as reservas de ouro do país se reduzissem de forma acentuada. Com isso, o valor da moeda deixou de estar lastreada pelo metal.
Por isso, e em meio a fortes especulações e fugas de capitais dos EUA, o então presidente Richard Nixon decidiu suspender a convertibilidade com o ouro e desvalorizou a moeda em 10%, algo que fez sem consultar os outros membros do sistema monetário internacional.
Dois anos depois, voltou a desvalorizar a moeda, colocando fim ao padrão-ouro. Começava a época do câmbio flutuante em razão da evolução dos mercados de capital internacionais.

1973 - Embargo do petróleo no conflito árabe-israelense: O corte da oferta da commodity por parte dos países que compõem a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) no chamado primeiro choque do petróleo, durante a Guerra do Yom Kippur, provocou aumento de US$ 2,50 a US$ 11,50 na commodity em 1974.
Isso elevou os custos da energia para o Ocidente e provocou uma forte crise nos países mais industrializados.
A partir dessa crise de preços, os países ocidentais deram início a políticas de diversificação e de economia de energia. Entre outras medidas de proteção, a IEA (Agência Internacional de Energia, na sigla em inglês) é criada em 1974.

1979 - Revolução Iraniana: A derrocada do xá Reza Pahlevi e a instauração da República Islâmica do Irã provocaram o segundo choque do petróleo e levaram a um novo colapso internacional.
Embora as economias dos países ocidentais estivessem mais preparadas, já que estes haviam reduzido seus consumos de petróleo, a queda na oferta provocou um longo período de preços extraordinariamente altos.
A crise afetou, sobretudo, os países em vias de desenvolvimento, que, junto com o aumento de preço que tinham de pagar pela commodity e a inflação, tiveram que enfrentar um ciclo de crise financeira por sua elevada dívida externa.

1980 - Invasão do Irã pelo Iraque: O petróleo voltou a bater novos recordes em alta, chegando a US$ 40 o barril, valor que não tinha sido superado em dez anos.
Os altos preços levaram o Ocidente a produzir mais de seu próprio petróleo em áreas como o Mar do Norte.

1987 - Nova queda da Bolsa de Nova York: Em 19 de outubro de 1987, milhões de investidores se lançaram em massa a vender suas ações na Bolsa de Nova York devido à crença generalizada de gestão inadequada de informações confidenciais e à aquisição de empresas com dinheiro procedente de créditos.
O Dow Jones caiu 508 pontos, atingindo 22,6% de baixa em um único pregão, arrastando Bolsas européias e asiáticas.
Isso trouxe como conseqüência uma intensificação da coordenação monetária internacional e dos principais assuntos econômicos.

1997 - Crise dos Gigantes Asiáticos: Em julho a moeda tailandesa se desvalorizou. Logo depois caíram as de Malásia, Indonésia e Filipinas, repercutindo também em Taiwan, Hong Kong e Coréia do Sul.
O efeito desses recuos arrastou as outras economias da região, convertendo-se posteriormente na primeira crise em escala global.
O FMI elaborou uma série de pacotes de resgate para salvar as economias mais atingidas e promoveu várias reformas estruturais.

1998 - Crise do rublo: O sistema bancário da Rússia entrou em colapso, com uma suspensão parcial de pagamentos internacionais, a desvalorização de sua moeda e o congelamento de depósitos em moeda estrangeira.
O FMI concedeu vários créditos multimilionários para evitar a queda livre do rublo e que os danos fossem irreparáveis no mercado internacional.

2000 - Crise das "pontocom": Os excessos da nova economia deixaram um rastro de quebras, fechamentos, compras e fusões no mundo da internet e das telecomunicações, e também um grande buraco nas contas das empresas de capital de risco.
Em 10 de março, o principal índice do Nasdaq, máximo expoente da "nova economia" e do êxito das empresas de tecnologia, fechou em 5.048,62 pontos, recorde histórico.
Em apenas três anos, a crise apagou do mapa quase cinco mil companhias e algumas das maiores corporações do setor de telecomunicações, vítimas dos maiores escândalos contábeis da história.
O Fed (Federal Reserve, o BC americano) respondeu com uma redução de 0,5 ponto na taxa básica de juros.

2001 - 11 de Setembro: Os atentados de 11 de setembro de 2001 contra as Torres Gêmeas em Nova York e o Pentágono em Washington, que deixaram um balanço de cerca de três mil mortos, provocaram também queda nas Bolsas.
O índice Nikkei, da Bolsa de Tóquio, caiu mais de 6%, e os pregões europeus tiveram fortes recuos que levaram os investidores a buscar refúgio no mercado do ouro e em bônus do Tesouro americano.
O Fed também respondeu à crise com cortes dos juros, na campanha mais forte de sua história nesse sentido.

2008-2009: A crise financeira originada nos EUA como conseqüência das inadimplências em empréstimos "subprime" --de alto risco-- do setor imobiliário acaba com os grandes gigantes financeiros do país.
Passa a repercutir em todo o mundo e afeta as economias reais, causando a crise mais grave desde a Grande Depressão.
A situação leva os presidentes George W. Bush, primeiro, e Barack Obama, depois, a lançarem uma intervenção em massa do governo na economia dos EUA, que fechou 2008 com uma contração trimestral de 6,3%, a maior em 26 anos.
A primeira decisão de Bush foi estabilizar o sistema financeiro por meio de um pacote de US$ 700 bilhões. Seu sucessor reconverteu a medida e lançou um plano de recompra de ativos "podres" (de alto risco de calote) para sanear os balanços bancários.
Obama apresentou um ambicioso plano de estímulo de US$ 787 bilhões, por meio do qual pretende revitalizar a economia em investimentos e infra-estruturas, educação e emprego, e fomentar uma nova indústria, a das energias alternativas, para criar novas vagas.
A terceira etapa do plano de Obama prevê a reforma dos mercados financeiros. O projeto, esboçado esta semana pelo secretário do Tesouro, Timothy Geithner, põe sob controle pela primeira vez os fundos de alto risco e instrumentos financeiros mais sofisticados.


(Autor DESCONHECIDO)

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Eu especulo, tu especulas...


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quarta-feira (13) que o governo vai encaminhar ao Congresso uma proposta com mudanças na tributação do rendimento da poupança. Pela proposta, contas com saldo superior a R$ 50 mil pagarão imposto de renda sobre a rentabilidade a partir do ano que vem.

Segundo o ministro, 99% das contas de poupança tem saldo inferior a R$ 50 mil, ou seja, são investimentos de pequenos investidores. Mantega acrescentou que, caso a medida não fosse tomada, a poupança deixaria de ser um “porto seguro para os pequenos investidores” e viraria “instrumento de especulação”, mas salientou que o governo “não está mexendo nas regras básicas da poupança”.

"Nós temos que aprovar a lei este ano. A lei será discutida no congresso e vai entrar em vigor no ano que vem. Então todo mundo tem tempo de pensar," explicou o ministro.

Link da matéria completa:
- http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL1124439-9356,00.html

GERAÇÃO FUTURO – FUNDO REFERENCIADO DI

O Fundo Geração Futuro FIC de FI Referenciado DI teve uma valorização em ABRIL/09 de 0,785%,

A poupança remunerou seus correntistas em 0,55% fazendo com que nosso Fundo DI remunerasse 42,73 % acima da poupança.

Vale lembrar que este fundo possui a segurança de só aplicar em Títulos do Governo Federal, sem nenhum titulo privado em sua carteira, diminuindo o risco de credito de sua aplicação. Além disso, a gestão do fundo é da Votorantim Asset, uma das gestoras de renda fixa mais premiadas do mercado.
Outro grande diferencial é a nossa baixa taxa de administração, de 0,6% ao ano, majorando sua rentabilidade. Vale lembrar também que a média cobrada pelos bancos é acima de 2,0% ao ano e com a recente queda da SELIC todos os fundos com taxas de administração superiores a 1,5% ao ano perderão para a poupança nos próximos meses.

Dia 25 saiu uma matéria muito boa na Revista Isto é Dinheiro. Ela desmistifica a idéia que o especulador é um agente financeiro ruim, como muitos acreditam e como nosso próprio presidente acredita. Infelizmente nosso presidente está muito mal informado sobre o mercado financeiro. Recomendo a leitura, pois a propagação de informação é recomendada quando a mesma for de qualidade.



Eu especulo, tu especulas...
Por Milton Gamez

O presidente Lula não perde uma oportunidade pública de esculhambar os especuladores. Já fez isso diversas vezes lá fora, inclusive com o microfone da Organização das Nações Unidas, e no Brasil. Mais recentemente, usou a voz dos ministros Guido Mantega e Paulo Bernardo para destilar sua ira contra os especuladores e, assim, justificar a proposta de mudança no rendimento da poupança. Quem tem muito dinheiro e quer se aproveitar da queda dos juros para ganhar no mínimo 6% ao ano pode tirar o porquinho da chuva. O governo determinou até o número que separa o simples poupador do grande especulador: R$ 50 mil.

Qualquer real além disso, mesmo que tenha sido obtido com muito trabalho, faz de você um especulador desprezível e que, portanto, merece ser enquadrado pelo Leão do Imposto de Renda.

Nada contra pagar imposto. É justo e necessário tributar quem tem em benefício de quem não tem. Não fosse assim, não haveria recursos suficientes para o Estado fazer a sua parte na sociedade. Eu pago, tu pagas, ele paga... Mas atacar os especuladores para mexer na poupança é fazer teatro para as massas. Demonizar a especulação é simplificar o discurso e empobrecer o debate econômico. Primeiro, porque a solução para o dilema da poupança - a taxa fixa de 6% além da TR não pode ser um piso para a queda dos juros no Brasil - não foi apresentada. Segundo, porque os especuladores são necessários e estão em toda a parte, dinamizando a economia do País.

Especula quem guarda dinheiro na poupança para se proteger da inflação e ter mais dinheiro lá na frente para consumir. Especula quem acredita no Brasil e investe no setor produtivo, criando empregos e pagando impostos. Especula quem compra ações na Bovespa, sem ou com apoio oficial, como fizeram os trabalhadores que investiram seu FGTS na Petrobras e na Vale. Especula quem afasta o fantasma do desemprego e toma um empréstimo para comprar um carro ou uma geladeira, como incentiva o presidente Lula - com razão, diga-se - nesses tempos de crise. Especula quem constrói moradias, quem as financia e quem as compra. Eu especulo, tu especulas, ele especula...

Nas Bolsas, os especuladores arriscam seu capital para ganhar com ineficiências na formação de preço dos ativos. Seu maior representante no final do século passado foi George Soros. Hoje, o pacato Warren Buffett é um ícone do capitalismo. Ele não é apenas um investidor de longo prazo. É um especulador de primeira. Quem rema no sentido contrário, como Buffett, proporciona a liquidez necessária para os investidores que precisam de uma porta de saída nos momentos de pessimismo. São os especuladores que vendem para os demais investidores nas horas de otimismo.
Não fossem eles, o mercado de capitais seria ineficiente, as empresas teriam mais dificuldade em levantar capital e o dinheiro ficaria empoçado. São tão necessários quanto os investidores individuais e institucionais.

Se uma empresa exportadora quer se proteger contra a queda do dólar e não houver um especulador na outra ponta, não sai negócio e ela pode quebrar. Um produtor rural que não possa vender sua produção antecipadamente na Bolsa e não encontra um especulador disposto a correr o risco dos preços pode não ter dinheiro para plantar a próxima safra.

O mundo precisa dos bons especuladores para sair da crise. Quem é dispensável é o fora da lei, o manipulador dos mercados, o fraudador, o criminoso do colarinho branco que faz negócios com informações privilegiadas, o corrupto que lava seu dinheiro ilegítimo em Bolsas e negócios legítimos, o empresário que abusa do poder econômico para aniquilar a concorrência, o fornecedor de produtos piratas, o sonegador de impostos. Esses tipos devem ser perseguidos e punidos, pois causam danos a toda a sociedade. Eles preferem os paraísos fiscais aos bancos locais para guardar suas fortunas. E têm mais, muito mais que os R$ 50 mil que distinguem os poupadores dos "especuladores" da caderneta de poupança na Era Lula.

terça-feira, 26 de maio de 2009

O futuro da língua portuguesa…


Eis aqui um programa de cinco anos para resolver o problema da falta de autoconfiança do brasileiro na sua capacidade gramatical e ortográfica. Em vez de melhorar o ensino, vamos facilitar as coisas, afinal, o português é difícil demais mesmo. Para não assustar os poucos que sabem escrever, nem deixar mais confusos os que ainda tentam acertar, faremos tudo de forma gradual.
No primeiro ano, o “Ç” vai substituir o “S” e o “C” sibilantes, e o “Z” o “S” suave. Peçoas que açeçam a internet com freqüênçia vão adorar, prinçipalmente os adoleçentes. O “C” duro e o “QU” em que o “U” não é pronunçiado çerão trokados pelo “K”, já ke o çom é ekivalente. Iço deve akabar kom a konfuzão, e os teklados de komputador terão uma tekla a menos, olha çó ke koiza prátika e ekonômika.
Haverá um aumento do entuziasmo por parte do públiko no çegundo ano, kuando o problemátiko “H” mudo e todos os acentos, inkluzive o til, seraum eliminados. O “CH” çera çimplifikado para “X” e o “LH” pra “LI” ke da no mesmo e e mais façil. Iço fara kom ke palavras como “onra” fikem 20% mais kurtas e akabara kom o problema de çaber komo çe eskreve xuxu, xa e xatiçe.
Da mesma forma, o “G” ço çera uzado kuando o çom for komo em “gordo”, e çem o “U” porke naum çera preçizo, ja ke kuando o çom for igual ao de “G” em “tigela”, uza-çe o “J” pra façilitar ainda mais a vida da jente.No terçeiro ano, a açeitaçaum publika da nova ortografia devera atinjir o estajio em ke mudanças mais komplikadas serão poçiveis. O governo vai enkorajar a remoçaum de letras dobradas que alem de desneçeçarias çempre foraum um problema terivel para as peçoas, que akabam fikando kom teror de soletrar. Alem diço, todos konkordaum ke os çinais de pontuaçaum komo virgulas dois pontos aspas e traveçaum tambem çaum difíçeis de uzar e preçizam kair e olia falando çerio já vaum tarde.
No kuarto ano todas as peçoas já çeraum reçeptivas a koizas komo a eliminaçaum do plural nos adjetivo e nos substantivo e a unificaçaum do U nas palavra toda ke termina kom L como fuziu xakau ou kriminau ja ke afinau a jente fala tudo iguau e açim fika mais faciu. Os karioka talvez naum gostem de akabar com os plurau porke eles gosta de eskrever xxx nos finau das palavra mas vaum akabar entendendo. Os paulista vaum adorar. Os goiano vaum kerer aproveitar pra akabar com o D nos jerundio mas ai tambem ja e eskuliambaçaum.
No kinto ano akaba a ipokrizia de çe kolokar R no finau dakelas palavra no infinitivo ja ke ningem fala mesmo e tambem U ou I no meio das palavra ke ningem pronunçia komo por exemplo roba toca e enjenhero e de uzar O ou E em palavra ke todo mundo pronunçia como U ou I, i ai im vez di çi iskreve pur ezemplu kem ker falar kom ele vamu iskreve kem ke fala kum eli ki e muito milio çertu ? os çinau di interogaçaum i di isklamaçaum kontinuam pra jente çabe kuandu algem ta fazendu uma pergunta ou ta isclamandu ou gritandu kom a jenti e o pontu pra jenti sabe kuandu a fraze akabo.
Naum vai te mais problema ningem vai te mais eça barera pra çua açençaum çoçiau e çegurança pçikolojika todu mundu vai iskreve sempri çertu i çi intende muitu melio i di forma mais façiu e finaumenti todu mundu no Braziu vai çabe iskreve direitu ate us jornalista us publiçitario us blogeru us adivogado us iskrito i ate us pulitiko i u prezidenti olia ço ki maravilia

(autor desconhecido)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Será que um dia fica pronto???


Nesta quarta feira 27/05/09, as 16h no calçadão com a Rua Nilo Peçanha, em Nova Iguaçu, RJ, os alunos do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro irão fazer uma reivindicação para o esclarecimento verídicos sobre o atraso da obra, mostrando pra população que a Rural em NI não se consolidou a fim de evitar propaganda política sobre o IM e pedir a conclusão da obra.
Eles irão distribuir panfletos, estão tentando conseguir um carro de som, malabaristas, cartazes para chamar a atenção da população sobre os problemas que estão passando dentro da instituição.

Os alunos já montaram dois vídeos que estão a disposição na internet sobre o que vem ocorrendo. O primeiro amostra as condições precárias do Colégio municipal Monteiro Lobato ( http://www.youtube.com/watch?v=lDQdZF4Gpbk ) e o segundo sobre a manifestação que eles estão fazendo (http://www.youtube.com/watch?v=NA0aYutJnFM&feature=related ).



Para entender o que esta ocorrendo entrevistei um aluno do IM que esta participando ativamente de todo esse processo.


Entrevista com Leandro Marlon, Conselheiro Departamental discente da UFRuralRJ-IM, Coordenador de Comunicações do Centro Acadêmico de História da UFRuralRJ-IM, Representante discente no Colegiado de História da UFRuralRJ-IM, Representante do 5° período de História da UFRuralRJ-IM, Responsável pela distribuição de cópias e informações do 5° período do curso de História da UFRural-IM e Bolsista PIBIC pela UFRRJ-IM/CNPq.

Você poderia explicar o atraso das obras no novo campo da UFRRJ?

- Bem, oficialmente - por contrato - a empresa estaria atrasada a partir de março de 2009. Porém, em todas as aulas inaugurais em que estive presente - 5 (cinco) no total - o REI-tor em pessoa dizia que 'o campus ficará pronto no próximo semestre'. Tudo foi ''levado'' no IM com muito diálogo e ''respeito'', esperando que as obras se concluíssem no prazo. Porém, ficamos sabendo em maio que o REI-tor prorrogou o prazo da empreiteira por mais 120 dias, colocando ela em prazo novamente - sem consultar o IM.
Os estudantes, então, resolveram se mobilizar de forma mais enérgica e estão contatando a mídia. Inclusive farão nesta quarta-feira, dia 27, às 16 horas, no calçadão de NI uma manifestação com cartazes, palhaços... expondo o 'ridículo' que é a "educação pública, gratuita e de qualidade" exercida nas condições precárias do Colégio Municipal Monteiro Lobato - o melhor da cidade [imagina se não fosse].
Mas que condições precárias? Ratos passando... Falta de água, segurança... Salas caindo aos pedaços, cadeiras que parecem mais carcaças - fora ainda a má-vontade da direção da escola conosco.
O material de divulgação base, os panfletos, ainda está em fase de montagem. Serão confeccionados cartazes explicando a situação com algumas frases de efeito. Também nessa semana ocorre um evento chamado I Seminário de Pesquisa e Prática Educativa: Os desafios da pesquisa no Ensino de História, que servirá para expor a situação em que a ‘pesquisa’ é feita dentro do IM pela falta de estrutura.

Sobre o fim do contrato com o Colégio Municipal Monteiro Lobato o que você teria a dizer?

Na realidade, até onde é informado pela direção, teríamos mais um ano de contrato com o Monteiro Lobato. Porém, o problema é simples: não existe sala para mais 4 turmas que entrariam. Nesse semestre [2009.1] foi feito um 'jeitinho brasileiro', colocando algumas turmas do curso de Turismo para ter aulas em outro prédio [o da Rua Capitão Chaves - que, por sinal, também não tem mais espaço].
Está sendo - desesperadamente - feita uma busca por espaços que acomodem a estrutura que hoje está alocada no Monteiro Lobato. Porém, muitos querem que o 'novo espaço' que será alugado – garanta a pesquisa e a extensão durante o dia -, e, ainda, que todos os departamentos, cursos e, por conseguinte, universitários estejam neste espaço.

Quais são as principais dificuldades encontradas pelos alunos do Instituto Multidisciplinar (IM)?

As dificuldades são inúmeras. Sobre a estrutura, durante o dia todos só tem um espaço: o prédio da Capitão Chaves. Diante disso, tem um ponto que vale se destacado: a biblioteca fica num prédio e o laboratório de informática [LABINF] em outro. O LABINF fica no Monteiro Lobato e isso gera transtornos para os discentes que chegam mais cedo para fazer trabalhos ou mesmo ver e-mail's. Muitos são barrados com a desculpa de que somente mais tarde podem entrar. Existe um exemplo recente quando, os discentes do curso de História marcaram uma assembléia – inclusive tratando da situação do campus - para o auditório da instituição e todos foram barrados, dizendo que só poderia se entrar 17:30. Onde já se viu? Uma instituição pública 'barrar' o acesso e ainda mais para desenvolver um debate! São essas situações que limitam a pesquisa e a extensão dessa pífia 'educação de qualidade'.

(Mayra Pessôa)