
Nesta quarta feira 27/05/09, as 16h no calçadão com a Rua Nilo Peçanha, em Nova Iguaçu, RJ, os alunos do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro irão fazer uma reivindicação para o esclarecimento verídicos sobre o atraso da obra, mostrando pra população que a Rural em NI não se consolidou a fim de evitar propaganda política sobre o IM e pedir a conclusão da obra.
Eles irão distribuir panfletos, estão tentando conseguir um carro de som, malabaristas, cartazes para chamar a atenção da população sobre os problemas que estão passando dentro da instituição.
Os alunos já montaram dois vídeos que estão a disposição na internet sobre o que vem ocorrendo. O primeiro amostra as condições precárias do Colégio municipal Monteiro Lobato ( http://www.youtube.com/watch?v=lDQdZF4Gpbk ) e o segundo sobre a manifestação que eles estão fazendo (http://www.youtube.com/watch?v=NA0aYutJnFM&feature=related ).
Para entender o que esta ocorrendo entrevistei um aluno do IM que esta participando ativamente de todo esse processo.
Entrevista com Leandro Marlon, Conselheiro Departamental discente da UFRuralRJ-IM, Coordenador de Comunicações do Centro Acadêmico de História da UFRuralRJ-IM, Representante discente no Colegiado de História da UFRuralRJ-IM, Representante do 5° período de História da UFRuralRJ-IM, Responsável pela distribuição de cópias e informações do 5° período do curso de História da UFRural-IM e Bolsista PIBIC pela UFRRJ-IM/CNPq.
Você poderia explicar o atraso das obras no novo campo da UFRRJ?
- Bem, oficialmente - por contrato - a empresa estaria atrasada a partir de março de 2009. Porém, em todas as aulas inaugurais em que estive presente - 5 (cinco) no total - o REI-tor em pessoa dizia que 'o campus ficará pronto no próximo semestre'. Tudo foi ''levado'' no IM com muito diálogo e ''respeito'', esperando que as obras se concluíssem no prazo. Porém, ficamos sabendo em maio que o REI-tor prorrogou o prazo da empreiteira por mais 120 dias, colocando ela em prazo novamente - sem consultar o IM.
Os estudantes, então, resolveram se mobilizar de forma mais enérgica e estão contatando a mídia. Inclusive farão nesta quarta-feira, dia 27, às 16 horas, no calçadão de NI uma manifestação com cartazes, palhaços... expondo o 'ridículo' que é a "educação pública, gratuita e de qualidade" exercida nas condições precárias do Colégio Municipal Monteiro Lobato - o melhor da cidade [imagina se não fosse].
Mas que condições precárias? Ratos passando... Falta de água, segurança... Salas caindo aos pedaços, cadeiras que parecem mais carcaças - fora ainda a má-vontade da direção da escola conosco.
O material de divulgação base, os panfletos, ainda está em fase de montagem. Serão confeccionados cartazes explicando a situação com algumas frases de efeito. Também nessa semana ocorre um evento chamado I Seminário de Pesquisa e Prática Educativa: Os desafios da pesquisa no Ensino de História, que servirá para expor a situação em que a ‘pesquisa’ é feita dentro do IM pela falta de estrutura.
Sobre o fim do contrato com o Colégio Municipal Monteiro Lobato o que você teria a dizer?
Na realidade, até onde é informado pela direção, teríamos mais um ano de contrato com o Monteiro Lobato. Porém, o problema é simples: não existe sala para mais 4 turmas que entrariam. Nesse semestre [2009.1] foi feito um 'jeitinho brasileiro', colocando algumas turmas do curso de Turismo para ter aulas em outro prédio [o da Rua Capitão Chaves - que, por sinal, também não tem mais espaço].
Está sendo - desesperadamente - feita uma busca por espaços que acomodem a estrutura que hoje está alocada no Monteiro Lobato. Porém, muitos querem que o 'novo espaço' que será alugado – garanta a pesquisa e a extensão durante o dia -, e, ainda, que todos os departamentos, cursos e, por conseguinte, universitários estejam neste espaço.
Quais são as principais dificuldades encontradas pelos alunos do Instituto Multidisciplinar (IM)?
As dificuldades são inúmeras. Sobre a estrutura, durante o dia todos só tem um espaço: o prédio da Capitão Chaves. Diante disso, tem um ponto que vale se destacado: a biblioteca fica num prédio e o laboratório de informática [LABINF] em outro. O LABINF fica no Monteiro Lobato e isso gera transtornos para os discentes que chegam mais cedo para fazer trabalhos ou mesmo ver e-mail's. Muitos são barrados com a desculpa de que somente mais tarde podem entrar. Existe um exemplo recente quando, os discentes do curso de História marcaram uma assembléia – inclusive tratando da situação do campus - para o auditório da instituição e todos foram barrados, dizendo que só poderia se entrar 17:30. Onde já se viu? Uma instituição pública 'barrar' o acesso e ainda mais para desenvolver um debate! São essas situações que limitam a pesquisa e a extensão dessa pífia 'educação de qualidade'.
Eles irão distribuir panfletos, estão tentando conseguir um carro de som, malabaristas, cartazes para chamar a atenção da população sobre os problemas que estão passando dentro da instituição.
Os alunos já montaram dois vídeos que estão a disposição na internet sobre o que vem ocorrendo. O primeiro amostra as condições precárias do Colégio municipal Monteiro Lobato ( http://www.youtube.com/watch?v=lDQdZF4Gpbk ) e o segundo sobre a manifestação que eles estão fazendo (http://www.youtube.com/watch?v=NA0aYutJnFM&feature=related ).
Para entender o que esta ocorrendo entrevistei um aluno do IM que esta participando ativamente de todo esse processo.
Entrevista com Leandro Marlon, Conselheiro Departamental discente da UFRuralRJ-IM, Coordenador de Comunicações do Centro Acadêmico de História da UFRuralRJ-IM, Representante discente no Colegiado de História da UFRuralRJ-IM, Representante do 5° período de História da UFRuralRJ-IM, Responsável pela distribuição de cópias e informações do 5° período do curso de História da UFRural-IM e Bolsista PIBIC pela UFRRJ-IM/CNPq.
Você poderia explicar o atraso das obras no novo campo da UFRRJ?
- Bem, oficialmente - por contrato - a empresa estaria atrasada a partir de março de 2009. Porém, em todas as aulas inaugurais em que estive presente - 5 (cinco) no total - o REI-tor em pessoa dizia que 'o campus ficará pronto no próximo semestre'. Tudo foi ''levado'' no IM com muito diálogo e ''respeito'', esperando que as obras se concluíssem no prazo. Porém, ficamos sabendo em maio que o REI-tor prorrogou o prazo da empreiteira por mais 120 dias, colocando ela em prazo novamente - sem consultar o IM.
Os estudantes, então, resolveram se mobilizar de forma mais enérgica e estão contatando a mídia. Inclusive farão nesta quarta-feira, dia 27, às 16 horas, no calçadão de NI uma manifestação com cartazes, palhaços... expondo o 'ridículo' que é a "educação pública, gratuita e de qualidade" exercida nas condições precárias do Colégio Municipal Monteiro Lobato - o melhor da cidade [imagina se não fosse].
Mas que condições precárias? Ratos passando... Falta de água, segurança... Salas caindo aos pedaços, cadeiras que parecem mais carcaças - fora ainda a má-vontade da direção da escola conosco.
O material de divulgação base, os panfletos, ainda está em fase de montagem. Serão confeccionados cartazes explicando a situação com algumas frases de efeito. Também nessa semana ocorre um evento chamado I Seminário de Pesquisa e Prática Educativa: Os desafios da pesquisa no Ensino de História, que servirá para expor a situação em que a ‘pesquisa’ é feita dentro do IM pela falta de estrutura.
Sobre o fim do contrato com o Colégio Municipal Monteiro Lobato o que você teria a dizer?
Na realidade, até onde é informado pela direção, teríamos mais um ano de contrato com o Monteiro Lobato. Porém, o problema é simples: não existe sala para mais 4 turmas que entrariam. Nesse semestre [2009.1] foi feito um 'jeitinho brasileiro', colocando algumas turmas do curso de Turismo para ter aulas em outro prédio [o da Rua Capitão Chaves - que, por sinal, também não tem mais espaço].
Está sendo - desesperadamente - feita uma busca por espaços que acomodem a estrutura que hoje está alocada no Monteiro Lobato. Porém, muitos querem que o 'novo espaço' que será alugado – garanta a pesquisa e a extensão durante o dia -, e, ainda, que todos os departamentos, cursos e, por conseguinte, universitários estejam neste espaço.
Quais são as principais dificuldades encontradas pelos alunos do Instituto Multidisciplinar (IM)?
As dificuldades são inúmeras. Sobre a estrutura, durante o dia todos só tem um espaço: o prédio da Capitão Chaves. Diante disso, tem um ponto que vale se destacado: a biblioteca fica num prédio e o laboratório de informática [LABINF] em outro. O LABINF fica no Monteiro Lobato e isso gera transtornos para os discentes que chegam mais cedo para fazer trabalhos ou mesmo ver e-mail's. Muitos são barrados com a desculpa de que somente mais tarde podem entrar. Existe um exemplo recente quando, os discentes do curso de História marcaram uma assembléia – inclusive tratando da situação do campus - para o auditório da instituição e todos foram barrados, dizendo que só poderia se entrar 17:30. Onde já se viu? Uma instituição pública 'barrar' o acesso e ainda mais para desenvolver um debate! São essas situações que limitam a pesquisa e a extensão dessa pífia 'educação de qualidade'.
(Mayra Pessôa)
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